segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Tratamento Cromoterápico para Esclerose Múltipla


Para saber informações sobre a Esclerose Múltipla, clique aqui!


SUGESTÃO CROMOTERÁPICA

Cor vermelha
Frontal - 5 segundos (estímulo mental)
Pulmões - costas (problemas respiratórios)

Cor Laranja / amarela
Cabeça - (manter a mielina junto às fibras nervosas)

Verde
Cardíaco - (betabloqueadores)

Verde - Índigo - Azul
Articulações - (analgésico)

Verde - violeta
Corpo - (antiestressante e antitetânica)

Verde - Violeta - Azul
Corpo - antivirótico

Amarela
Corpo - (interferon-beta / tônus muscular e toxinas botulínicas)

Verde / Azul
Corpo (refrescante, para abrandar a ação dos leucócitos).

Moriel Sophia

Lembrete

Esta terapia auxilia o tratamento, mas não dispensa o “médico”.

É permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte.

As informações contidas neste artigo são da inteira responsabilidade de Moriel SophiaSinaten 0880

www.artecor.com



terça-feira, 20 de outubro de 2009

O que são chakras?


Os chakras são vórtices energéticos, através dos quais os corpos bioenergéticos dos seres vivos absorvem energias do mundo exterior.
Com relação aos efeitos da luz colorida sobre os sete grandes chakras nos níveis etérico, astral e energético superior, diversos textos relacionaram cada uma das sete cores do arco-íris aos sete principais chakras do corpo. O chakra raiz está em ressonância com o vermelho, o chakra sacral com o laranja, o chakra do plexo solar com o amarelo, o centro do coração com o verde/rosa, o chakra da garganta com o azul, o chakra frontal, com a cor índigo e o chakra da coroa com a cor violeta.
Se um determinado chakra estiver desequilibrado e for estimulado terapeuticamente (e reequilibrado) por sua cor complementar, o chakra que foi reequilibrado poderá então ajudar a curar as células e os tecidos danificados ou doentes através de um aumento do fluxo de energia prânica que dá suporte para os tecidos locais alimentados pelo referido chakra.
Existe um número enorme de chakras, espalhado pelo corpo, porém, vamos apenas destacar 7 deles, que são considerados os “grandes chakras” e que nos interessam neste nosso artigo.
São os seguintes:
O Chakra Básico (Muladhara) – A ligação com a terra
Está localizado na base do cócix, (base da espinha dorsal), e relaciona-se com as glândulas reprodutoras sexuais. Este é o vórtice por onde recebemos as energias telúricas, ou seja, provenientes do centro da Terra. É chamado pelos indianos de Muladhara e significa “raiz”. A cor vermelha vibra na mais baixa freqüência justamente para poder fazer a polaridade com a Terra e trazer dela os instintos e direções. Começa aí a maravilhosa engenharia do corpo humano: entra em cena a glândula supra-renal, ligada aos rins, responsável pela produção de adrenalina que agita o sangue de acordo com os pensamentos e as emoções.
O corpo humano interage com todo o sistema solar. Portanto, qualquer desequilíbrio de ordem física, mental, emocional ou espiritual tem reações em cascata. Como este chakra administra pernas, pés, joelhos e intestinos, a manifestação física de desequilibro aparece em forma de prisão-de-ventre, hemorróidas, obesidade, problemas no útero/próstata. A nível emocional traz tristeza, depressão e instabilidade. O excesso de energia nesta usina traz avareza, medo do futuro, sede pelo poder, supervalorização.
  • Localização: base da coluna;
  • Correlação Física: ligado às Glândulas supra-renais.
  • Cor: vermelho
Chakra Sacro - Svadhisthana - O Centro Sexual da Vida
Está localizado entrea púbis e o umbigo. Os indianos os chamam de Svadhisthana e sua cor vibratória é o Laranja. Quando equilibrado dá a sensação de fluidez, solta a criatividade, levanta a auto-estima, estimula o prazer, o desejo, a sexualidade e a intuição. Governa a sexualidade e a reprodução. O desequilíbrio manifesta-se em frustrações, imaturidade emocional, ciúmes, rigidez, medo do prazer, impotência, frigidez, dores na bacia, problemas genitais, nos rins e na visão.
  • Localização: baixo-ventre;
  • Correlação Física: ligado aos testículos (homem) ou ovários (mulher);
  • Cor: Laranja.
Chakra Umbilical – Manipura – O Centro das Emoções Inferiores
Localizado a uns 2 dedos acima do Umbigo, sua cor vibratória é o amarelo. É responsável pela energização do sistema digestório. É considerado o chakra das emoções inferiores. Quando está bloqueado, causa enjôo, medo ou irritação. Bem desenvolvido, facilita a percepção das energias ambientais.
Está ligado a Nervo Vago, que por sua vez está conectado a diversas glândulas responsáveis pela produção química de líquidos gástricos, especialmente o pâncreas. O Nervo Vago responde com sensibilidade à emoção e seu desequilíbrio materializa-se em forma de gastrite, úlcera etc. Este chakra está ligado aos plexos hepático (fígado), pilórico (ligação estômago-duodeno), gástrico, mesentério (jejuno e íleo) etc. Quando em desequilíbrio a pessoa fica nervosa, irritada, chora facilmente, tem depressão e tristeza profundas. Pode ficar obesa. A expressão verbal e emotiva flui com facilidade quando não há bloqueios aqui.
  • Localização: cerca de 1 cm acima do umbigo;
  • Correlação Física: ligado ao pâncreas
  • Cor: Amarelo.
Chakra Cardíaco – Anahata – O Centro do Amor
Localizado no centro do peito, sua cor vibratória é o Verde e também o Rosa. É o chakra responsável pela energização do sistema cárdio-respiratório.
Quando equilibrado a pessoa sente-se aceita, cheia de compaixão, tem relações afetivas saudáveis e equilíbrio interno. Em desequilíbrio perde a noção de limites, possessiva, ciumenta, solitária, amarga, crítica. A nível físico, aparecem problemas respiratórios, asma, problemas circulatórios e cardíacos. As linfas fazem uma varredura diária no corpo e depositam a sujeira em forma de gânglios nos seios.
Como se trata de um canal de movimentação dos sentimentos, é também o mais afetado pelo desequilíbrio emocional.
  • Localização: centro do peito;
  • Correlação Física: ligado à Glândula Timo;
  • Cor: Verde e Rosa.
Chakra Laríngeo – Vishuddha – O Centro da Expressão e Ritmo
Localizado na altura da garganta, sua cor vibratória é o Azul. É o responsável pela energização da boca, garganta e órgãos respiratórios.
Quando equilibrado a pessoa faz uso da expressão com clareza, criatividade, livre de embaraços, aberta à telepatia. O bloqueio é caracterizado pela fala excessiva, tagarela, incapacidade de escutar os outros, medo de falar em público ou mesmo falar de si, falta de ritmo, inchaço na tireóide, dores de garganta, bem como pode afetar a função sexual. É considerado também como um filtro energético que bloqueia as energias emocionais, para que elas não cheguem até os chakras da cabeça. É o chakra responsável pela expressão criativa (comunicação) do ser humano no mundo.
  • Localização: garganta;
  • Correlação Física: ligado à Glândula Tireóide (e paratireóides);
  • Cor: azul-celeste.
Chakra Frontal – Ajna – O centro da Intuição
Localizado entre as sombrancelhas, sua cor vibratória é o Índigo. É o responsável pela energização dos olhos e do nariz. Bem desenvolvido, facilita a clarividência e a intuição, a interpretação correta dos fatos e questionamentos.. Por vezes, a sua atividade cria uma palpitação na testa ou sensação de calor (parece um coração batendo na testa).
No desequilíbrio atrai os pesadelos, alucinações, desilusões, dificuldade de se concentrar, pouca memória, dores de cabeça, negação, pouca visão, problemas nasais e endócrinos.
  • Localização: fronte;
  • Correlação Física: ligado à Glândula Hipófise (pituitária);
  • Cor: Índigo, branco-azulado
Chakra Coronário – Sahasrara – A Comunhão com a Luz
O último dos sete chakras chama-se coronário, da coroa, na linha reta da ponta das orelhas. A glândula pineal está intimamente ligada a este ponto energético.
É o chakra mais importante, pois é o responsável pela irrigação energética do cérebro. Quando desenvolvido e em equilíbrio proporciona sabedoria, conhecimento, conscientização, conexões espirituais e comunhão com a luz. Em desarmonia provoca intelectualismo exacerbado, confusão mental, dissociação, descrença, materialismo, apatia etc.
  • Localização: topo da cabeça;
  • Correlação Física: ligado à Glândula Pineal (epífise);
  • Cor: Violeta, branco-fluorescente ou dourado.

Fontes: diversas.
Fotos da internet
Sandra Baptista

quarta-feira, 7 de outubro de 2009




Ao contemplar as estrelas e galáxias através de um telescópio, sei que não importa a distância que nos separa, partilho uma conexão vital com tudo que vejo. A mesma luz de Deus que criou o vasto universo, não somente me criou, mas também brilha dentro de mim. Creio nesta magnífica luz, que que guia, mesmo que ainda não possa percebê-la. Procuro visualizá-la brilhando em mim e através de mim, como um grande Sol espiritual, iluminando a minha mente e todas as coisas do meu mundo.

Esta luz tão poderosa e sagrada, não pode ser contida. É a sabedoria divina que irradia de mim, acrescentando significado e propósito em tudo aquilo que expresso e experencio. Ao voltar-me, interiormente, para esta luz estou convencido de que Ela me ajudará a fazer germinar e crescer os dons em potencial, que o Pai impantou em mim.
Plenificado pela radiante Luz de Deus, torno-me um condutor levando à compreensão que traz paz e amor, compaixão e paciência a todos os meus relacionamentos. Regozijo-me em saber que "Eu e o Pai somos Um"; que não há separação entre nós e nossos semelhantes; e que esta ilusão de vácuo é preenchida de luz e unidade.


Jim Rosemergy

sábado, 11 de julho de 2009

Falando de luz...



A cromoterapia é uma técnica apaixonante de tratamento, que se utiliza da cor e da luz com propósitos de cura.. Dentre todas as terapias vibracionais, esta é certamente a menos invasiva.

Praticada já entre os egípcios, caldeus, babilônios e chineses. Mais tarde entre os Gregos e romanos. Hipócrates, Pai da Medicina, já deixou escritos sobre tratamentos cromoterápicos em sua obra.
  • Sabemos que somos luz que vibra na mais baixa intensidade, criando as condições exatas para que surja o corpo físico. A aplicação das cores altera ou mantém as vibrações que nos proporcionam saúde, pela capacidade de regeneração que a energia luminosa possui e a ação vibracional que as cores nos proporcionam. Nossos corpos, por um princípio ativo selecionam e absorvem da luz do Sol as vibrações das cores necessárias para o próprio equilíbrio. A cor e a vibração estão intimamente relacionadas com a fisiologia do corpo.

    Em 1920, o Dr. Dinshah P. Ghadiali, médico indiano que dedicou sua vida as pesquisas do que chamou de Spectrocromometria, fundou a Dinshah Health Society,contribuindo assim para aliviar o sofrimento humano.

    Cada cor, emana uma propriedade característica. Por exemplo:

    O vermelho é estimulante, melhora a circulação sangüínea.
    O laranja possui propriedades descongestionantes.
    O amarelo, é um excelente estimulante do sistema linfático e do trato intestinal.
    O verde-limão, nutre e repara as células. Estimula o cérebro.
    O verde, é um equilibrador das funções cerebrais e do corpo físico em geral.
    O azul-turquesa, constrói a pele. Cura lesões de pele produzidas por queimaduras graves.

    O azul, é ideal para para tratar: medo, tensão, taquicardia, bem como proporcionar alívio para a insônia.
    O índigo, aumenta o número de glóbulos brancos no sangue.
    O violeta é um bactericida e higienizador de feridas. Tem um efeito tranqüilizador sobre o sistema nervoso.
Conforme afirma o dr. Jacob Liberman, pioneiro da fototerapia, a luz é realmente o remédio do futuro.
Seja bem-vindo ao mundo da Luz e da Cor!!!!


(Fontes de Pesquisa: Um Guia Prático de Medicina Vibracional – Dr.Richard Gerber – Editora: Cultrix; Cromoterapia – Qualidades das Cores e Técnica de Aplicação – Moriel Sophia – Editora Rocca;)

Sandra Baptista



CROMOTERAPIA é o tratamento através da cor.
Cromo = cor.
Terapia = tratamento.

A cromoterapia é a ciência que emprega as diferentes cores para alterar ou manter as vibrações dos corpos na freqüência que resulta em saúde, bem estar e harmonia.

Os raios coloridos podem ou não ser visíveis ao olho humano. Podem ser aplicados fisicamente, através de uma exposição efetiva aos raios luminosos ou mentalmente, através de técnicas de sugestão, visualização ou meditação.

Desde a mais remota antigüidade já se tinha conhecimento da importância do espectro da luz sobre nossas vidas e da importância do conhecimento da sua utilização. O tratamento pela cor foi, possivelmente, o primeiro tipo de terapia empregado pelo homem pois é um método que existe na própria natureza, sendo um recurso natural para conservar o organismo equilibrado e em harmonia, tanto absorvendo as cores naturais como usando as cores através da ingestão de alimento.

Nos tempos da Atlântida as doenças físicas, mentais e emocionais eram tratadas com as cores que irradiavam dos cristais. Os seus habitantes construíram um templo de cura cuja entrada era constituída por 12 degraus; o paciente subia por eles e passava por 12 colunas, 6 de cada lado. Entrava, então, em uma sala redonda que era o coração do templo. O teto dessa sala era formado por cristais que formavam símbolos e emanavam determinada cor. Em volta da sala principal havia salas individuais de cura, cada uma com uma cor diferente para um fim específico. Estas salas eram usadas tanto para cura física como para partos, problemas de relacionamento, problemas emocionais e para a passagem desta vida.[...]

Os egípcios também construíram templos de cura com salas que tinham janelas de cristal ou vidro que filtravam a luz que emanava as cores do espectro. As pessoas passavam por um diagnóstico e depois eram colocadas em uma sala que emanava a cor da qual estavam precisando. Eles também usavam os cristais, pois acreditavam que eles possuíam as cores puras do Universo.

Durante a Idade Média, no Ocidente, a Cromoterapia era usada somente por iniciados, uma vez que a Igreja Católica considerava sua prática como bruxaria.
Em 1665, o físico Isaac Newton (1643-1727) descobriu que a luz branca do sol, ao atravessar um prisma, decompunha-se em sete cores fundamentais: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta. Assim sendo, as cores são vibrações diferentes do espectro luminoso, cada uma com um comprimento de onda diferente.

No inicio do séc. XIX, com o grande salto de medicina alopata, a cromoterapia, bem como as outras terapias naturais foram esquecidas. No entanto, no final do mesmo século, Pancoast, em seu livro A Luz Azul e Vermelha, ressuscitou essa técnica utilizando panos e pequenos pedaços de vidro azul e vermelho por onde passavam as luzes.

Em 1878 Edwin Babbit publicou o livro : The Principles of Light and Colour. Ele se diferenciou de Pancoast porque acrescentou ao tratamento a cor amarela e criou pequenas cabines chamadas Thermoline, onde utilizava a luz direta do sol. Esta cabine mais tarde foi remodelada passando a usar um disco com filtros coloridos usando a eletricidade. Ele também fez uso da água solarizada.

Em 1934 Dinshan Gadhiali publicou o terceiro volume do seu trabalho sobre o espectro cromático. Ele acreditava que o som, a luz, a cor, o magnetismo e a audição estavam na mesma energia, diferenciando apenas a freqüência vibracional. Ele constatou que a cor tem a mesma freqüência vibracional do corpo físico e assim, inventou uma máquina que transmitia a cor através de slides.

Atualmente a Cromoterapia vem sendo usada com ótimos resultados como auxiliar nos tratamentos de doenças físicas, emocionais e espirituais. Podemos ver na prática diária, por exemplo, a ação da cor como calmante, ajudando pessoas com insônia a dormir melhor. No campo físico, temos tido resultados excelentes no auxilio ao tratamento de tendinite, fraturas e todo o tipo de problemas ósseos.

Nos próximos artigos, explicaremos as características das cores, as técnicas de aplicação, bem como o seu uso em decoração, vestuário, etc.

(Texto de Silvia Fávero - retirado do site Somos Todos Um)

Seja bem- vindo ao Mundo da Luz!